
Ayrton Senna
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – credencial oficial do GP do Brasil de 1994 assinada
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – programa oficial do Grande Prêmio do Pacífico de Fórmula 1 de 1994
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Réplica oficial do capacete de Ayrton Senna – temporada 1994
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Ayrton Senna autógrafo – viseira capacete 1994
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Ayrton Senna autógrafo – asa dianteira 1994 Williams FW16
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Ayrton Senna – jornal italiano de 1º de maio de 1994 autografado no dia de seu último GP
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Ayrton Senna – ingresso original GP do Brasil 1994 autografado
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Ayrton Senna autógrafo – fotografia assinada datada de 1993
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Ayrton Senna autógrafo – programa oficial GP 1993 "Última Vitória em Casa"
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Ayrton Senna autógrafo – ingresso Donington 1993
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Ayrton Senna – boné Goodyear de pódio autografado em 1993
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – programa Japanese GP 1992
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O piloto que o Brasil parava para ver
A luva Stand 21 é da era Lotus, 1986 e 1987, quando as poles começaram. O capacete McLaren-Honda é de 1989, o ano da rivalidade com Prost dentro da mesma equipe.
“Vencer é o que importa. O resto é a consequência.”
Em números
O momento
Interlagos, 1991: venceu com o câmbio preso na sexta.
GP do Brasil, 24 de março de 1991
Por que é ícone
Nasceu em São Paulo, começou no kart aos quatro anos e chegou à Fórmula 1 em 1984 com um Toleman que não ganhava de ninguém, e quase venceu em Mônaco na chuva. A primeira vitória veio pela Lotus, em Estoril, 1985, também na chuva. Na McLaren virou o piloto mais rápido de uma volta da sua geração, com 65 poles e três títulos, e o motivo de o Brasil acordar cedo aos domingos. Morreu em Ímola, em 1994, no auge, e o país parou três dias.
Depoimentos
