
Ayrton Senna
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – anuário
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Ayrton Senna autógrafo – boné da Nacional
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Ayrton Senna autógrafo – asa dianteira 1994 Williams FW16
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Ayrton Senna
Ayrton Senna e lendas – pôster enquadrado autografado
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Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher
Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher autógrafos – lendas da Fórmula 1
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Ayrton Senna autógrafo – aerofólio original Lotus 99T (1987)
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Ayrton Senna autógrafo – bandeira do Brasil
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Ayrton Senna – capacete McLaren-Honda 1984 com viseira autografada
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Ayrton Senna autógrafo – viseira capacete McLaren
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Ayrton Senna autógrafo – revista Ação GP Brasil 1991
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Ayrton Senna autógrafo – viseira capacete McLaren
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Ayrton Senna autógrafo – ingresso Donington 1993
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O piloto que o Brasil parava para ver
A luva Stand 21 é da era Lotus, 1986 e 1987, quando as poles começaram. O capacete McLaren-Honda é de 1989, o ano da rivalidade com Prost dentro da mesma equipe.
“Vencer é o que importa. O resto é a consequência.”
Em números
O momento
Interlagos, 1991: venceu com o câmbio preso na sexta.
GP do Brasil, 24 de março de 1991
Por que é ícone
Nasceu em São Paulo, começou no kart aos quatro anos e chegou à Fórmula 1 em 1984 com um Toleman que não ganhava de ninguém, e quase venceu em Mônaco na chuva. A primeira vitória veio pela Lotus, em Estoril, 1985, também na chuva. Na McLaren virou o piloto mais rápido de uma volta da sua geração, com 65 poles e três títulos, e o motivo de o Brasil acordar cedo aos domingos. Morreu em Ímola, em 1994, no auge, e o país parou três dias.
Depoimentos
