
Ayrton Senna
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – quadro com foto e cartão assinado
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Ayrton Senna e Maurício Gugelmin
Ayrton Senna e Maurício Gugelmin autógrafos – capacete 1989
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Ayrton Senna
Ayrton Senna – macacão Toleman 1984
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Ayrton Senna e Alain Prost
Ayrton Senna e Alain Prost autógrafos – ingresso GP do Japão 1989 Suzuka
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – card grid Motorcard
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – quadro autorama Ás da Largada
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Ayrton Senna e Ron Dennis
Ayrton Senna e Ron Dennis autógrafos – bandeira do Brasil
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Ayrton Senna e Nelson Piquet
Ayrton Senna e Nelson Piquet autógrafos – British GP 1987
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Ayrton Senna
Ayrton Senna – par de luvas Dap Parrilla de kart, 1980, assinadas
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Ayrton Senna, Nelson Piquet e Maurício Gugelmin
Ayrton Senna, Nelson Piquet e Mauricio Gugelmin autógrafos – quadro pilotos brasileiros
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Ayrton Senna
Ayrton Senna autógrafo – assinatura na viseira do capacete
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Ayrton Senna e Johnny Dumfries
Ayrton Senna e Johnny Dumfries autógrafos – macacão de teste
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O piloto que o Brasil parava para ver
A luva Stand 21 é da era Lotus, 1986 e 1987, quando as poles começaram. O capacete McLaren-Honda é de 1989, o ano da rivalidade com Prost dentro da mesma equipe.
“Vencer é o que importa. O resto é a consequência.”
Em números
O momento
Interlagos, 1991: venceu com o câmbio preso na sexta.
GP do Brasil, 24 de março de 1991
Por que é ícone
Nasceu em São Paulo, começou no kart aos quatro anos e chegou à Fórmula 1 em 1984 com um Toleman que não ganhava de ninguém, e quase venceu em Mônaco na chuva. A primeira vitória veio pela Lotus, em Estoril, 1985, também na chuva. Na McLaren virou o piloto mais rápido de uma volta da sua geração, com 65 poles e três títulos, e o motivo de o Brasil acordar cedo aos domingos. Morreu em Ímola, em 1994, no auge, e o país parou três dias.
Depoimentos
